Venom: Melhores encarnações do Simbionte da Marvel

Venom


A origem do simbionte alienígena foi mostrada no evento intitulado Guerras Secretas, quando foi usado como "uniforme" pelo próprio Homem-Aranha (que então não sabia que este era uma criatura viva). 

O "uniforme", totalmente negro e com propriedades regenerativas e adaptativas aumentava as habilidades de Peter Parker, mas também potencializava sua agressividade. Assim, ao descobrir a real natureza de seu "uniforme", o Homem-Aranha livrou-se do alienígena (ao, inadvertidamente, ser beneficiado pela fraqueza a ondas sonoras do simbionte).


Mais tarde, o simbionte acabou caindo sobre Eddie Brock, um jornalista fracassado do Clarim Diário, que culpava o herói aracnídeo pela sua ruína. Sentindo o ódio de Brock por seu inimigo, o simbionte ligou-se ao seu corpo, formando um ser de mente composta chamado Venom. Um ser com um único objetivo: matar o Homem-Aranha.

Esta história foi revelada na edição de nº 105 da revista do Homem-Aranha, publicada em 1992 pela Editora Abril. Brock havia escrito a biografia de um homem que dizia ser o vilão Devorador de Pecados, e a notícia foi um sucesso para o seu jornal, o Clarim Diário. Mas pouco depois o Homem-Aranha derrotou o verdadeiro vilão e sem querer provou que a reportagem de Eddie não passava de histórias imaginárias de um doente mental. Com isso, o Clarín Diário foi ridicularizado e Eddie despedido.

A partir de então, Eddie apenas pensava em se vingar do herói, porém sendo um humano comum não teria chances contra o herói aracnídeo. Depois de tudo pensou em suicidar-se, mas suicídio seria um pecado inaceitável para ele, um homem católico. Revelou que seu corpo musculoso foi adquirido porque exercícios físicos o ajudariam a diminuir o stress. 



E quando Eddie estava rezando para obter paz na Catedral da Virgem Maria, em Manhattan, que curiosamente foi o mesmo local da separação de Peter Parker com o Simbionte, o alienígena uniu-se a Brock, acabando com sua angústia, dando-lhe quase todos os poderes do Homem-Aranha e lhe contando a identidade secreta do herói. Assim nasceu Venom. 

O Simbionte Alienígena deu à Eddie Brock poderes similares aos do Homem-Aranha, como força, resistência, agilidade e reflexos ampliados (porém, de forma ampliada). 

Além disso, o vilão possui a capacidade de lançar teias orgânicas, fator de cura acelerada e imunidade ao "sentido de aranha" de Peter Parker. Além disso, o vilão tem também capacidade transmórfica limitada, graças às características do simbionte.


Carnificina

O nome do hospedeiro é Cletus Kassady. O jovem Cletus nasceu em 21 de Junho de 1984, ele não era um bom exemplo de juventude, sendo sempre cínico, cruel e sem bons sentimentos - em suma, um verdadeiro psicopata. Aparentemente Cletus sempre teve um relacionamento conturbado com seus pais. Em uma das ocasiões mais traumáticas de sua vida, Cletus, após ser flagrado torturando seu cachorro, foi atacado por sua mãe. 

O desespero da mulher era tanto que ela tentou matá-lo, mas ela foi impedida pelo pai de Cletus, que acabou matando-a por espancamento. 



Cletus não esboçou reação para protegê-la. Após esse incidente, no julgamento de seu pai, ele alegou que sua mãe foi assassinada sem motivo algum. Seu pai foi executado na cadeira elétrica. Agora um órfão, Cletus foi mandado ao Orfanato St. Estes, onde ele recebeu um tratamento hostil e cruel por parte dos outros garotos e dos que ali trabalhavam. Cletus se vingou deles, matando o administrador do orfanato e ateando fogo ao lugar.

Cletus justifica seus atos com uma absurda filosofia de que lei e ordem são perversões. Mais tarde, Cletus agia como assassino em série, mas as autoridades conseguiram pegá-lo. 


Na prisão, seu companheiro de cela era Eddie Brock. Este era hospedeiro de uma entidade alienígena simbionte, que, juntos, formavam a criatura Venom. Aconteceu que a entidade de Eddie voltou para seu corpo. Venom escapou da prisão, mas deixou um fragmento do alienígena pelas paredes da cela. 



O tal fragmento (na verdade essa parte fragmentada nada mais era do que o filho do simbionte que estava junto com Brock) eventualmente veio a se fundir com Cletus, e foi dessa união que surgiu Carnificina. O simbionte acabou por ampliar a natureza psicótica de Cletus, tornando-o ainda mais mentalmente instável e perigoso. 

E ainda, como essa cria do simbionte original nasceu na Terra (não sendo alienígena assim como sua "mãe"), ao contrário de Venom, possui pouca vulnerabilidade ao som, tornando assim o Carnificina um páreo duro para o Homem-Aranha.


Anti-Venom

Eddie Brock, anteriormente, foi possuído por um simbionte alienígena, o mesmo que havia se unido ao Homem-Aranha, tornando-se a primeira versão do uniforme negro. 

Pelo fato de Brock ter sido desmascarado por Peter Parker (sem querer, Peter revelou que a matéria de Eddie acerca do Devorador de Pecados era uma farsa), e devido ao simbionte ter sido expulso pelo seu primeiro hospedeiro (o Aranha), Eddie se uniu à criatura e ambos se tornaram a primeira versão do Venom. 



Depois de tantas lutas contra o herói aracnídeo, Eddie descobriu que possuía câncer, e que a doença se desenvolveu por causa da união simbiótica: ambos, então, se separam. 

O simbionte é leiloado, vindo a assumir uma segunda versão do Venom através da união com o filho de Don Fortunato, que morreu pouco tempo depois. Não demorou muito, e a criatura uniu-se a Donald Mac Gargan, bandido psicótico que, por anos, foi o Escorpião, um dos inimigos clássicos do Aranha: ele, então, torna-se a versão mais sádica do Venom.


Brock passa a viver no abrigo F.E.S.T.A., dirigido por Martin Lee (alter-ego do Senhor Negativo), onde uma das principais colaboradoras é May Parker. Tempos depois, Eddie descobre que, misteriosamente, curou-se do câncer. 

Assim que retorna ao abrigo onde passou a viver, depois de receber a boa notícia, ele vê o local sendo atacado pelo atual Venom, que, a mando de Norman Osborn, estava caçando o Homem-Aranha (pelos vestígios deixados por Peter Parker e sua tia May, o simbionte chegou até lá). 



Reconhecendo Brock, Venom muda, então, de alvo, atacando seu hospedeiro anterior. De repente, sai da pele de Eddie uma espuma que queima o simbionte: essa espuma cobre Brock e, assim, ele se torna a versão branca de Venom, o Anti-venom. 

Seu principal poder é drenar os poderes dos seus inimigos através do contato direto, tornando-os humanos comuns. Anti-Venom vê isso como um milagre e fica desejoso de compartilhar essa dádiva como todos os que são atingidos pelos mesmos "males" que ele. 

Todavia, isso passa a ser uma ameaça para os heróis… inclusive ao Homem-Aranha, que foi atacado pela criatura, que queria "curá-lo" dos vestígios do simbionte e, também, anular a alteração radioativa no seu sangue (o que faz Peter ser o Homem-Aranha). 

Apesar disso, o Anti-Venom está do lado do bem - diferente do Venom, que continua do com suas ações malígnas.


Agente Venom

Flash Thompson, o antigo bully de Peter Parker, também já usou o uniforme simbionte. Depois de perder as duas pernas na guerra do Iraque, Flash se alistou para o Projeto Renascimento 2.0, onde foi unido com o simbionte Venom, que havia sido retirado de Mac Gargan, agora preso.



Flash então se torna o Agente Venom, servindo como enviado do governo, às vezes perdendo o controle para o simbionte. Já fez parte dos Vingadores Secretos e participou de algumas aventuras com os Guardiões da Galáxia, entre elas, no planeta natal do simbionte.


Toxina

Toxina foi gerado através do Carnificina, antes de ser derrotado por Venom e Spidey, e é visto pelos antecessores como extremamente perigoso, capaz de se tornar o simbionte mais poderoso. 



O primeiro hospedeiro do organismo foi o policial Pat Mulligan. Toxina trabalhou como vigilante por um tempo, foi ameaçado por Venom e Carnificina, por conta de sua potencial força, mas conseguiu derrotar os dois. 



Depois de ser removido de Mulligan, Toxina foi forçado em Eddie Brock, sem hospedeiro principal, e trabalhou com o Sexteto Sinistro por um bom tempo. Depois de ser dado como morto após uma batalha contra Venom, o simbionte e o hospedeiro sobreviveram e voltaram a vida de vigilantes.



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